Notas de dólar — Foto: Gary Cameron/Reuters

A moeda norte-americana caiu 1,2%, a R$ 3,9271.

O dólar fechou queda em nesta quinta-feira (8), com o sentimento de risco se estabilizando após dados comerciais fortes da China e os esforços do país asiático para reduzir a queda no valor do iuan. O movimento também foi influenciado pela aprovação da reforma da Previdência na Câmara.

A moeda norte-americana caiu 1,2%, a R$ 3,9271. Veja mais cotações. No ano, o dólar tem alta acumulada de 1,37%.Variação do dólar em 2019Diferença entre o dólar turismo e o comercial, considerando valor de fechamentoEm R$Dólar comercialDólar turismo (sem IOF)28/129/117/128/15/213/221/21/313/321/329/38/416/425/046/514/522/530/57/617/626/64/715/723/731/78/83,63,844,24,4Fonte: ValorPro

Cenário externo

Dados mostraram que as exportações de julho na China cresceram 3,3% em relação ao ano anterior, enquanto analistas esperavam uma queda de 2%. Autoridades chinesas também fixaram o valor diário do iuan em um nível mais firme do que muitos esperavam, mesmo abaixo do nível de 7 por dólar pela primeira vez desde a crise financeira global.

“Os comentários recentes de autoridades chinesas sugeriram que eles querem estabilizar sua moeda, caso contrário uma queda acentuada no iuan pode alimentar saídas de capital”, disse à Reuters Manuel Oliveri, estrategista de câmbio do Credit Agricole.

“O outro fator que ajuda o sentimento de risco é a crescente série de afrouxamento por bancos centrais mundiais.” Esta semana, a Nova Zelândia juntou-se à Índia e à Tailândia e cortou sua taxa de juros, em meio a expectativas crescentes do mercado de que outros grandes bancos centrais também se juntem ao grupo e afrouxem ainda mais sua política monetária.

Previdência

Investidores agora têm no radar o início da tramitação da reforma da Previdência no Senado, onde há a expectativa de que as discussões sejam mais tranquilas do que na Câmara, também sem grandes prejuízos à economia almejada, destaca a Reuters.

Ao receber o texto da PEC das mãos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que a Casa irá concluir a tarefa iniciada pela Câmara. Ele lembrou que o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que relatará a reforma no Senado, acompanhou a tramitação da PEC na Câmara e que a matéria já vem sendo debatida pelos senadores.

Fonte: G1

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