Os filmes “A menina que matou os pais” e “O menino que matou meus pais” vão contar duas histórias porque as versões de Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos não batem. É o que diz Gabi Lopes, que nas produções interpreta Carol, uma amiga da jovem acusada de matar os próprios pais.


“Eu gosto que são dois filmes diferentes, porque eles respeitaram os autos dos processos. E não bate a história, né? Até hoje o que a Suzane e o Daniel falaram não bate. Então era necessário fazer dois filmes pra conseguir fazer duas abordagens mesmo e ser mais real”, declarou nesta segunda-feira (24), ao chegar ao Camarote Salvador.

“Foi o melhor filme da minha vida até hoje. Eu tive uma direção que eu nunca imaginei ter no cinema. O Maurício Eça é incrível. Ele virava pra gente e falava: ‘essa é a cena que a Suzane percebe que o pai briga com ela. Então, Carol, você vai contar. É isso. Dá o roteiro’, e guardava. Parece que eles fizeram um filme bem costurado, foi com muito cuidado”, completou.


Gabi comentou ainda que deve voltar à TV em 2020 em um projeto “bafônico”, apesar de não poder adiantar em qual emissora ou dar outros detalhes, e falou da experiência de participar de “O Aprendiz” em 2019, programa comandado por Roberto Justus. “Vou ser sincera: Suzane foi o melhor filme até hoje e ‘O Aprendiz’ uma das melhores experiências. Eu evoluí muito. Entrei lá sem faculdade, sendo muito menina, muito imatura. O Justus me ensinou muito”.

Fonte: BN

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