Divulgação

RÁDIO 106 FM

No dia 20 de julho a Rádio 106 FM, completou 14 anos. Devido a pandemia e na espera de dias melhores fomos adiando a comemoração até o dia de hoje. Mas o aniversário da 106 sempre foi muito bem comemorado, através da Ação 106 com gestos concretos voltados para o atendimento social da população. Até casamentos comunitários realizamos. Muitos devem recordar.  Em 2020 com a alta circulação do coronavírus nada foi possível. Em 2021, talvez teria sido possível algumas ações ainda que tímidas e cautelosas, mas quem sabe o medo, a dúvida, a falta de entusiasmo, de empenho e o desinteresse, tornaram-se obstáculos.

Fundada em 2007 pelo Padre Antônio Pianca, mais precisamente como Fundação Rádio Educativa Famílias Unidas, em 04 de outubro de 2000, a rádio começou com o principal objetivo e serviço de evangelização, divulgando a Palavra de Deus por todos os cantos e hoje já chegou em toda região e meios também pelas redes sociais. Além da evangelização, a rádio tem como finalidade a prestação de serviços de assistência social, ajudando aos mais necessitados, a promoção de atividades educacionais, artísticas, culturais e informativas.

Estou convicto que na pessoa do Pe. Antônio Pianca de feliz memória, a rádio 106FM, Fundação Rádio Educativa Famílias Unidas é o sonho de Deus realizado para a igreja católica de Guanambi, um sonho realizado para ser colocado em prática e gerar frutos em cada lar e em cada família, resultado de muito trabalho, de não poucas pessoas e de se colocar o nosso talento em prática. Hoje, nós somos a resposta à esse povo que estava esperando e ainda espera por uma rádio diferente e agora cada um tem essa opção a escolher e como é bom escolher a 106 FM, porque tá na 106 tá muito bom.

Na sexta feira próxima passada, às 08h20, Clóvis Júnior no Alô cidade lia uma carta de Joana do núcleo Ceraíma e ele dizia que antes recebia carta nas rádios e eram umas cartas cheirosas. Pra dizer, a carta era um principal meio de comunicação nas emissoras para mandar recado aos parentes, amigos e namorados.

Agora, passados certos anos Clóvis, entendemos que, o rádio continua tão atual, tão vivo e tão vibrante como sempre foi, mesmo com o avanço dos outros meios de comunicação. Até com as novas tecnologias, como a Internet, televisão digital, telefones modernos, entre tantos outros, sentimos que o rádio é insubstituível. Ele é o meio mais simples, mais fácil e mais econômico para a informação das pessoas sobre o que se passa em sua comunidade e no mundo. O rádio acompanha as pessoas em todos os lugares, seja no carro, na rua, no sítio ou nos prédios. O rádio é a grande companhia e o grande mensageiro, é ele que leva notícias, música, comentários, leva a voz de todos os lados e de todas as partes para população.

E com isso quero lhes dizer, membros da Família 106, que precisamos acompanhar o movimento cultural e social de um mundo em mudanças. Acredito que esse processo moderno de mudanças precisa passar pelo mundo da 106 e que o conteúdo da fé deve ser transmitido em uma nova linguagem, acessível, alegre, atraente, interativa, vibrante, leve… Um dos sentidos da existência dessa rádio é evangelizar: “Ide pelo mundo e fazei meus discípulos todos os povos da terra (Mt 28,19). Estamos, com essa rádio, obedecendo a esse mandato do Senhor Jesus. E percebo isso na alegria, no empenho, nas frases positivas, nos shows de prêmios e promoções, nas entrevistas voltadas à saúde, ao bem estar e bem viver, nos pedidos de ajuda, de melhorias das estradas, dos bairros, das ruas e praças, nos gestos de solidariedade e caridade dos locutores, funcionários e voluntários. Isso é Evangelizar.

Mas podemos fazer muito mais! Precisamos entender o mundo da comunicação como um caminho de ousadia. Ousar para crescer sempre. Ousar ir adiante em uma decisão. Pensar, decidir e realizar. Valorizar as relações interpessoais daqueles que estão por trás dos microfones. Sem perder o ambiente de família e harmonia. Sem permitir que os egos tão gigantes devore uns aos outros. Sem ninguém se achando orgulhoso, dono da verdade, que defende somente seu lado e não busca trabalhar a humildade e o senso/espírito fraterno. Espera-se dos locutores, funcionários e voluntários uma conduta moral e ética não somente dentro do espaço da rádio, mas em toda a sociedade. Todos, sobretudo os locutores, somos formadores de opiniões, logo, “as palavras comovem, mas os exemplos arrastam”. A rádio não pode mentir. A rádio tem que falar a verdade! Independência política. Fortalecer as campanhas como projeto social, aproximando a rádio da sociedade. Empenho de todos na busca de entrelaçar paróquia e rádio. A rádio, quer queira ou não queira, é católica. A única emissora da cidade que traz em si o peso de uma instituição religiosa. A Igreja acredita no potencial desses instrumentos de comunicação como amplificadores da missão de proclamar o Evangelho no mundo de hoje. E entre tantos caminhos, com o moderno mundo da internet, facebook e Instagram, temos, graças a Deus um rádio a levar ao ar todos os dias da semana uma programação religiosa que chega também aos campos mas longínquos.

Sou testemunha de que essa rádio alcança lugares remotos e a população fica cercada pelas palavras de Cristo, diminuindo a distância da Igreja/Evangelização e os habitantes da região. A Rádio alcança lugares que não conseguiríamos ir estando restritos às nossas igrejas/sacristias. Com a pandemia do novo coronavírus, muitas missas presenciais foram interrompidas e a companhia de inúmeros irmãos e irmãs foi a 106FM. A Rádio funciona como uma companhia e certa vez escutei de uma ouvinte lá da Serra de Mutans: “Escutar uma mensagem de fé sintonizada na rádio 106 me dá esperança”.

E, falando nisso, os católicos em geral precisam valorizar mais este meio de comunicação colaborando nos seus anúncios e patrocínios. E se a rádio não pode mentir. E se a rádio tem que falar a verdade, na qualidade de diretor geral da 106FM, valendo-me desta oportunidade quero dizer que: quem mais anuncia na rádio para que ela possa se manter financeiramente, são os nossos irmãos de outras denominações religiosas.

Locutores: O bom do rádio é que temos o privilégio de ter o microfone em nossas mãos, para informar, dar boas notícias, temos o privilégio de estar no dia a dia, ao lado das pessoas, com muita motivação, seja através de uma mensagem, uma frase, uma orientação ou na prestação de serviços. Essa é a emoção que o rádio provoca em todos nós, pela aproximação com as pessoas e o sentimento de amizade. Gratidão a vocês: homens e mulheres que dão a Rádio sua verdadeira alma e a sua grande emoção.  Cada um com seu jeito próprio de ir ao AR, o que faz prender a atenção dos ouvintes, deixando-os sintonizados na 106 praticamente o dia todo, e as noites também.

Parabéns e o meu muito obrigado a todos que contribuíram para os 14 anos da nossa Rádio. Às pessoas que de uma forma carinhosa, manifestam em seus depoimentos a importância de nossa história e do nosso trabalho. Gratidão a todos nossos ouvintes pelo prestígio e imensa audiência.

Obrigado a nossa atual equipe e colaboradores, pessoas que estão sempre empenhadas e dedicadas em desenvolver, no dia a dia, o melhor de si e o melhor trabalho, dando sequência a essa gratificante missão de servir. Obrigado também aos nossos anunciantes, sempre presentes em nossa programação.

De parabéns estamos todos nós, em especial a paróquia de Santo Antônio, que em 20 de julho de 2007, colocou no ar a primeira e única emissora de rádio católica em Guanambi.

Nossa maior alegria é levar para o ouvinte o que realmente importa na vida: Deus. Ser canal dessa graça é muito gratificante. E tudo isso sem perder o referencial maior de nossa fé, Cristo Jesus e sua capacidade de preencher inteiramente a vida do ser humano com sentido e felicidade. Um clique, um toque no botão do rádio, um deslize no aparelho do celular para baixar o aplicativo da 106 FM e um mundo repleto de evangelização, fé, amor, caridade, esperança, alegria, vínculo com os ouvintes, comunicação, informação, promoções, e paz estará diante de seus olhos e ouvidos.

Parabéns e vida longa à esta emissora Radio 106FM!

Guanambi, 19 de setembro de 2021

Pe. João Silva de Sá Teles – Diretor Geral

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui