Ascom: Deputada Ivana Bastos

“A Unale, por meio da Conav, está à disposição para promover e disseminar informações verídicas sobre as vacinas no Brasil. O objetivo dessa reunião foi coletar informações sobre a vacinação nos estados para assim, manter um diálogo constante com os órgãos de saúde estaduais, municipais e também com o governo’, ressaltou a presidente.


De acordo com a gestora da Segunda Diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), drª Meiruze Freitas, quatro tipos de vacina seguem em análise na agência, sendo elas a Sputnik V/Russa, a AstraZeneca/Oxford, a Janssen/Johnson e a CoronaVac/Butantan, em caráter não emergencial. “É importante destacar que a Anvisa também já concedeu autorização para uso emergencial à vacina produzida na Índia, a Covishield e na semana passada aprovamos o registro da AstraZeneca, imunizante que será produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)”, disse.


“Todas as vacinas que o Ministério da Saúde tem adquirida são aprovadas pelo grupo Covax Facility, composto por mais de 180 países, liderado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e responsável por maximizar a chance de imunização completa das pessoas sendo o Instrumento de Acesso Global das Vacinas de covid-19’, acrescentou a diretora.


Atualmente, as principais vacinas que também estão em análise de liberação pela Anvisa são: Sputinik, Moderna, Johnson e Covaxin. A CoronaVac já foi liberada como uso emergencial e a Pfizer/BioNTech e Oxford já têm liberação para registro sanitário.


Explanado o processo pelo qual passa a vacina desde quando é apresentado o pedido de autorização à Anvisa até a fase final de certificação de validade e eficácia da mesma, o diretor da Quinta Diretoria da Anvisa, Alex Campos, destacou que os imunizantes propostos, depois de aprovados segundo requisitos preestabelecidos, são analisados criteriosamente pela agência, que tem como objetivo garantir a qualidade das vacinas para que sejam aplicadas na população. 


O presidente da Conav, deputado Rodrigo Delmasso (Podemos-DF), destacou a importância do trabalho técnico e da atuação rápida da Anvisa para a liberação das vacinas e questionou qual é a perspectiva para que tais imunizantes em análise possam começar a ser utilizados no Brasil. A agência alertou que se cumprido os critérios para autorização, o processo deve ser mais rápido do que esperado. 


Também esteve presente na reunião, o presidente da Comissão Especial para Avaliação dos Impactos da Pandemia da Covid-19 da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado Angelo Almeida (PSB).

Assessoria de Comunicação

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