Profissionais ouvidos pelo EM contam detalhes da rotina diante da falta de leitos que agrava o drama de pacientes e familiares e alertam a população sobre

O som de monitores cardíacos, ventiladores mecânicos e dos passos acelerados dos profissionais da saúde que trabalham na linha de frente do combate à COVID-19 se propagam das alas de tratamento para os corredores dos hospitais, denunciando a rotina mais pesada de trabalho.

Minas Gerais, assim como o Brasil, vive a fase mais difícil da luta contra o coronavírus, agora agravada pelo colapso no sistema hospitalar, que leva desespero a pacientes e familiares à espera de leitos e testa a energia das equipes.

Lidando diariamente com a crise sem precedentes nos hospitais, médicos enfermeiros contaram ao Estado de Minas o drama encarado no dia a dia, diante de pessoas que muitas vezes depositam toda a esperança nas mãos deles. Em diversas municípios de norte a sul do estado, não há leitos para atender os infectados, a exempo de Curvelo, Ibirité, Montes Claros, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas e Uberlândia. O estado registrou, ontem, 991.732 casos de contaminação pelo vírus e 21.029 mortes.

Fonte: Estado de Minas

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