Google dedica um lindo doodle ao psiquiatra brasileiro Juliano Moreira em seu 149 hojeº Aniversário. Ele ainda é frequentemente visto como um pioneiro da psicanálise no Brasil.

Juliano Moreira nasceu em 6 de janeiro de 1872 em Salvador, capital da então província da Bahia. Ele se sente honrado por revolucionar o tratamento de pessoas com doenças mentais no Brasil.

Juliano Moreira tem a honra de lutar incansavelmente contra o racismo científico e a falsa associação entre doença mental e cor da pele. Estudou na Faculdade de Medicina da Bahia (Faculdade de Medicina da Bahia). Formou-se em 1891 com a obra Sífilis maligna precoce (sífilis maligna precoce). Em 1896, ele se tornou professor de psiquiatria em sua alma mater.

Entre 1895 e 1902 Juliano Moreira frequentou várias instituições na Alemanha, Inglaterra, França, Itália e Escócia. Ele teve a oportunidade de aplicar seus novos conhecimentos em 1903, quando foi nomeado diretor de um hospital nacional no Rio de Janeiro, Brasil, para pacientes com doenças mentais. Foi o primeiro professor universitário brasileiro a citar e utilizar a teoria psicanalítica nas aulas de medicina.

Juliano Moreira muitas vezes precisava visitar especialistas e clínicas para tratar a própria tuberculose. Com o agravamento da doença, ele obteve uma nova licença e viajou para a Europa para um tratamento melhor. Mais tarde, ele foi para um sanatório no Cairo, onde conheceu Augusta Peick, uma enfermeira alemã de Hamburgo. Eles se casaram no início da década de 1910 e ficaram juntos no Brasil.

Em quase três décadas no cargo, Juliano Moreira implementou amplas reformas para possibilitar uma abordagem mais humanística e científica ao atendimento ao paciente. Ele também foi co-autor de uma lei de 1903 que impõe um tratamento humano no país para pessoas com doenças mentais.

Juliano Moreira foi diretor do Hospício Nacional de Alienados (Asilo Nacional de Loucos) entre 1903 e 1930. Durante sua gestão, humanizou o tratamento dos pacientes e encerrou seu encarceramento.

Juliano Moreira também tem a honra de identificar a leishmaniose tegumentar. Ele queria provar que o problema racial não motivava a doença. Ele também ingressou na Academia Brasileira de Ciências em 1917 e foi seu presidente de 1926 a 1929.

Juliano Moreira faleceu em 2 de maio de 1933 aos 61 anos em um sanatório para o tratamento de sua tuberculose. Um hospital em sua cidade natal, Salvador, passou a se chamar Hospital Juliano Moreira em meados da década de 1930.

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