Agência WDStudio

Quando um filho nasce, o trabalho de parto é duplo: também nasce ali uma mãe. Ela chega ao mundo igualmente assustada, com medos e inseguranças a respeito da nova jornada. Mas, para ela, não há tempo para colo. A recém-nascida mãe já é lar, e em um instante, precisa aprender a manter as paredes seguras. Embalada em seus braços, uma única certeza: a descoberta do amor em sua forma mais pura e avassaladora. Dali em diante, o seu inquilino favorito.

Quando a mãe nasce, a mulher se reinventa. O primeiro choro do filho é um chamado para a sua iniciação. Para isso, muitas vezes a mãe precisa abrir mão de sonhos que a mulher sonhou. E a mulher de repente se vê na linha de frente de batalhas que só aos olhos da mãe fazem sentido. Tudo se ressignifica, e a mãe que nasce dentro da mulher se surpreende com a grandeza da coragem e ternura que se tornam o seu sustento. Esse encontro carrega em si uma grande potência: toda mãe é também uma mulher forte.

E por trás da força de cada mãe, existe uma mulher sobrecarregada. Porque a maternidade real tem pouco romantismo e muito trabalho. Dentro da mãe, possivelmente mora uma mulher que é constantemente cobrada e julgada pelas escolhas e tarefas em torno da criação dos filhos – uma responsabilidade que nem sempre é estendida igualmente aos seus parceiros. E, para 11,5 milhões de brasileiras, a maternidade solo é um desafio muito mais duro, que jamais deve cair no esquecimento.

Desta forma, é possível dar às mulheres o apoio necessário para que elas possam viver com plenitude os prazeres e emoções únicos que somente uma mãe pode conhecer.

Fonte: PMVC

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui